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Generalidades com Especificidade

Generalidades com Especificidade

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Tua fenda, minha fresta (erótico)


Minha fresta,
tua fenda.
Eu de olho me excito,
tu não ligas,
tu não vês enquanto pinça sobrancelhas.
Meu membro duro, roça a escada,
imagino tua fenda,
da minha fresta me masturbo.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Mulata do Trensurb

O que as outras buscam loucamente nos cosméticos, laboratórios e academias, a natureza de deu de sobra!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Canção da América (Nascimento e Brant)


Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir

Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou

Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam "não"
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração

Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar

sábado, 25 de novembro de 2017

terça-feira, 7 de novembro de 2017

A Francesinha da Cohab


Eu a encontrei pela primeira vez a noite, perambulando pelo centro da cidade. Me contou que estava sozinha por ali e que havia deixado o marido cuidando da filhota de poucos meses. O marido não se importava que vez por outra, (ela era mais jovem) ela saísse sozinha e arrumasse companhia. Nos entrosamos rapidamente, e logo ela já falava de suas preferências sexuais. Ela pediu-me que a acompanhasse até perto de sua casa, pois o caminho era longo e escuro, a Cohab ficava quase na área rural da cidade. Caminhamos pela noite conversando e dando risada, ela me disse que estava tomando pílula anticoncepcional, e que não sabia por que, pois havia meses que o marido não a procurava para transar, desde que ganhara a filha. Eu lhe disse que era para aquele momento talvez, e a beijei no rosto. A meio caminho ela me puxou pelo braço e adentramos no matagal, em uma clareira gramada fizemos amor diversas vezes sob o luar maravilhoso do início de novembro. Ela demonstrava perícia e desenvoltura no ato, chupava como louca e engolia meu sêmen com prazer, curtia anal e se deliciava com minhas investidas orais, mas curiosamente não gozou nenhuma vez, apesar de meus esforços, mesmo que por vezes quase desfalecesse de tanto prazer. Mas tarde me confessou que nunca gozara, que não conhecia o tal ápice do orgasmo tão alardeado por tantas amigas, mas que sentia muito prazer durante o ato de amor. Apesar dos riscos daquele início de anos oitenta, transamos sem qualquer proteção, ela cheirava bem e era limpa, sua vagina perfumada e bem cuidada e eu correspondi a todos os quesitos de higiene também. Ficamos muito amigos, depois a vi algumas vezes e então passaram se longos anos sem que eu a visse ou tivesse notícias, mais tarde através de sua filha e um sobrinho meu ficamos "parentes", sou tio avô de sua neta, nunca tocamos nesses assunto, mas quando nos olhamos existe muita cumplicidade naquela troca de olhares. Nesse mes de novembro, fazem 33 anos mais ou menos de nosso primeiro encontro, nunca esquecerei aquela noite, e como ela sempre dizia:
_É o karma!
Ela era e é uma graça.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Cores e Tons

Alguns exemplos de tonalidades que o dia pode assumir, as margens do Lago Guaiba.
26/10/2017









sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O meia-foda


Logo que o carro deles estacionou na frente da casa, assim que os pais dela saíram, os dois entraram rápidos e sem falar muito, a porta se fechou com uma batida as suas costas. Em menos de dez minutos ela gemeu alto, um quase balido, vindo do fundo de sua alma. Percebi que ela não transava a semanas, tal o seu griteiro. Haviam se passado menos de  vinte minutos quando ela começou uma nova sessão de gemidos, agora frenéticos e ansiosos, urrava como uma onça no cio, curioso subi em uma cadeira e acessei a janela no muro que divide nossos pátios e pude vê-los na cama: Ele dormia virado para a parede, ela se masturbava com sofreguidão, saliva escorrendo pelo canto da boca, gozando como uma cadela, a colcha azul claro empapada com seu líquido viscoso, os lábios entreabertos, o cabelo desgrenhado e volumoso grudado no suor. Aquele babaca mal conseguira dar uma foda, se fodia a semana inteira naquela oficina de merda, estava exausto.